Brochura
16 x 23 cm
572pp
ilustrado
(Z1098)
ISBN:
978-85-378-0067-6
Nas livrarias:
23/4/2008
“Frieden possui um jeito sensacional de misturar política e economia, o micro e o macro, passado e presente, em uma narrativa acessível, equilibrada e objetiva.” The Washington Post
“Escrito não somente para pesquisadores aos quais normalmente falta o escopo interdisciplinar para lidar com política, história e economia, mas para uma audiência a mais ampla possível.” Journal of International Economics
Crise no mercado imobiliário norte-americano, revolução islâmica no Oriente Médio, aumento dos gastos com subsídios aos agricultores europeus. Esses e outros fenômenos podem afetar o bolso de todo e qualquer cidadão do planeta no início do século XXI. Professor da Universidade Harvard, Jeffry Frieden nos faz entender o porquê, ao analisar de forma completa e acessível a história econômica do século XX. Explorando os cinco continentes, percorre a “Era de ouro” da globalização, o seu colapso durante as duas guerras mundiais e o caminho de volta à integração internacional dos mercados. Analisa também casos específicos, como os sucessos de Japão, Coréia do Sul e China, que cresceram integrados à economia internacional, e os insucessos dos países africanos.
•
O leitor brasileiro encontrará análises sobre a situação nacional, como os avanços do Brasil a partir do Plano Real e a decisão do país de participar mais ativamente da economia mundial.
JEFFRY FRIEDEN é professor titular da Universidade Harvard. Especialista em economia política internacional, escreveu vários livros sobre o tema.
“Uma preciosa contribuição aos estudos urbanos, através de um feliz encontro entre antropologia, sociologia e história. Certamente será uma referência importante para toda essa área interdisciplinar”, do prefácio de Gilberto Velho
O Rio de Janeiro entrou no século XX marcado por uma série de reformas que pretendiam modificar os costumes e a paisagem urbana. O objetivo era aproximar a capital do país ao modelo europeu, considerado um ideal de civilização. Criador do gênero da crônica-reportagem, João do Rio presenciou as mudanças e retratou nos jornais da época, com sarcasmo e ironia, o que observava pelas ruas. Suas crônicas mostraram os cariocas que circulavam pela cidade, as transformações que chegavam com o progresso, o ritmo acelerado que os automóveis impunham à população. Este livro propõe abordar a obra do cronista como uma legítima etnografia do Rio de Janeiro no período de sua urbanização, dialogando com textos clássicos dos estudos urbanos
• Um levantamento das obras escritas por João do Rio e dos livros que falam do cronista.
Uma irresistível aventura em busca dos lendários tesouros escondidos pelos jesuítas no morro do Castelo, em pleno centro do Rio de Janeiro. Seria verdade que, na pressa da fuga, em 1759, muito ouro teria sido deixado para trás, em esconderijos localizados embaixo das construções? O que importa é que muita gente acreditava que sim, e por quase 200 anos, até o arrasamento do morro em 1922, diversas escavações (clandestinas ou autorizadas) buscaram – e por vezes acharam – os subterrâneos e seu ouro. O arquiteto e pesquisador Carlos Kessel explora um rico e heterogêneo acervo de documentos inéditos, onde as fronteiras entre a documentação autêntica e as falsificações, entre a reportagem e a ficção folhetinesca, se confundem. Este livro lança luz sobre um aspecto pouco divulgado da história do Rio de Janeiro.
Inclui:
•
Boxes explicativos com detalhes históricos.
• Mais de 40 ilustrações, entre elas, muitas fotos da época e mapa das galerias subterrâneas.
• Lista de leituras complementares sobre o tema.
CARLOS KESSEL é pesquisador da história urbana e da arquitetura. Carioca, vive atualmente em Brasília, onde trabalha como diplomata no Departamento Cultural do Itamaraty.
Leia também:
Em 1968 e 1969 Jacques Lacan ministrou mais um de seus importantes Seminários na Ecole Normale. O fim do período, porém, terminou de forma inusitada. Por conta de uma confusão entre os que assistiam às aulas e a direção da instituição, Lacan acabou sendo expulso da escola. Não sem antes discorrer sobre a clínica da perversão e os modelos da histérica e do obsessivo. Os temas psicanalíticos se entremearam, ainda, com assuntos que inflaram os ânimos dos presentes na platéia (composta não apenas por psicanalistas), como sua visão sobre Marx, o pensamento como censura e a construção do saber. Tudo isto está presente neste Seminário, que a Zahar publica, como sempre, logo em seguida ao lançamento na França.
• Reproduz parte da correspondência publicada no Le Monde sobre a expulsão de Lacan.
JACQUES LACAN (1901-1981) foi o seguidor que mais contribuiu e deu continuidade à obra de
Freud, e soube articular a psicanálise a diferentes campos do saber, como arte, literatura, ciência e filosofia. A Zahar é responsável pela publicação da obra de Lacan no Brasil: seus Escritos, Outros escritos e Seminários, além dos textos incluídos na série Paradoxos de Lacan, como o recém-lançado O mito individual do neurótico.
Como se faz uma linguagem? Que formas ela pode ter? Qual o seu combustível? A zona de contágio entre palavra, imagem e objeto é investigada pelo escritor e professor de literatura, cinema e artes. Em um mundo em que as palavras parecem não ter outro fundamento senão o de fazer imagens, as idéias expostas aqui surpreendem.
LEIA TAMBÉM DESTA COLEÇÃO:
Arte e mídia
Arlindo Machado
88pp, R$46 (Z1132).
Arte de vanguarda no Brasil
Paulo Reis
88pp, R$22 (Z1057)
Arte conceitual
Cristina Freire
84pp, R$22 (Z1074)
Depois de ler este livro, você vai perceber que uma definição de “performance” nas artes visuais contempla múltiplos trabalhos. A história da performance é analisada a partir das diferentes formas e denominações que teve durante todo o século XX. Hoje, pode estar presente em vídeos, instalações, desenhos, filmes, textos, fotografias, esculturas e pinturas. O conceito tem um significado muito mais amplo do que se imagina. A autora leciona no Departamento de Artes da Universidade do Estado de Santa Catarina e organiza uma série de exposições no Museu de Arte de Sta. Catarina.
LEIA TAMBÉM DESTA COLEÇÃO:
Arte e mídia
Arlindo Machado
88pp, R$46 (Z1132).
Arte de vanguarda no Brasil
Paulo Reis
88pp, R$22 (Z1057)
Arte conceitual
Cristina Freire
84pp, R$22 (Z1074)