“Que louco eu fui de não ter arrancado meu coração no dia
em que jurei me vingar!"
Conde de Monte Cristo
Um clássico da literatura, que mexe com a imaginação e a
sensibilidade de milhões e milhões de leitores há mais de 150
anos, ganha finalmente a edição brasileira que merece: em caixa
com dois tomos, ilustrado com 170 gravuras de época e
enriquecido por mais de 500 notas explicativas. O romance
constrói um suspense atrás do outro, numa seqüência de
peripécias de tirar o fôlego — traições, denúncias anônimas,
tesouros fabulosos, envenenamentos e vinganças. Publicado
originalmente na forma de folhetim entre 1844 e 1846, dois
anos depois já circulava em diversas línguas sob a forma de
livro, numa carreira vertiginosa que só encontra paralelo na saga
de
Os três mosqueteiros, outro best-seller de
Alexandre Dumas.
O conde de Monte de Cristo volta
para acertar suas contas com leitores de todo o
Brasil.
"Alexandre Dumas diverte … como uma lanterna mágica. ...
O amor conserva a decência, o fanatismo é alegre, os massacres
fazem sorrir." Gustave Flaubert

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