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Comunicação
Coleção Interface
Tradução: Maria Carmelita Pádua Dias
Revisão: Paulo Vaz
16 x 23 cm,
232pp, 2003. R$ 49,90
ISBN: 978-85-7110-739-7
O que têm um comum um formigueiro, o cérebro
humano, as cidades e os modernos softwares? Todos
são exemplos de sistemas auto-organizados que
privilegiam as seqüências, em detrimento da
lógica, e nos quais se dispensa a presença de um
controle centralizado para haver ação. Surgem de
um nível de elementos relativamente simples em
direção a formas de comportamento mais
sofisticados e por isso são chamados sistemas
emergentes.
Por meio de uma breve história de tais
sistemas, Steven Johnson analisa pioneiros e
pensadores que contribuíram para a construção
dessa teoria, seja no terreno da biologia, da
biofísica, do urbanismo ou do design de softwares.
Além disso, esboça a gênese do comportamento
emergente, que compreende desde crianças
habilitadas para o controle mediado dos novos
softwares até grupos de protesto que dispensam
lideranças, a exemplo dos movimentos
antiglobalização.
Apoiado na analogia entre mundo biológico e
cultural, o autor – um dos grandes pensadores do
ciberespaço – antecipa o que seria uma revolução
interativa, na qual o controle da tecnologia
mudaria das mãos dos engenheiros de softwares para
os usuários dos sistemas.
“Johnson combina insight e prosa
envolvente para realizar o que muitos autores não
conseguem: fazer com que o leitor se sinta
inteligente, fornecendo a ele novos instrumentos
com os quais compreender a tecnologia.”
Wired
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