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Dia da Consciência Negra

19 de Novembro de 2014

Quando ouvimos ou lemos os nomes de Zumbi dos PalmaresMartin Luther King ou Mandela, logo lembramos da saga daqueles que lutaram pela liberdade e por direitos igualitários, em diferentes e difíceis épocas. O Dia da Consciência Negra, comemorado em 20 de novembro, dia da morte de Zumbi, é uma data para a reflexão sobre o papel dos negros na construção do Brasil e do mundo, na busca por uma sociedade mais justa e sem preconceitos.

 

Ao longo de seus quase 60 anos de vida, a Zahar se orgulha de fazer parte dessa luta, ao lançar livros que informam, criticam e inspiram temas tão caros aos Direitos Humanos e à vida de todos nós. Por isso, selecionamos algumas obras para homenagear essa data e esses grandes líderes!

 

 

Um dos maiores símbolos da luta por igualdade, justiça e paz da humanidade, Martin Luther Kingliderou uma revolução que mudou os Estados Unidos e influenciou o mundo inteiro. Por sua política de resistência e transformação social através da não violência tornou-se a pessoa mais jovem a receber o Prêmio Nobel da Paz. O grande líder foi retratado em primeira pessoa em A autobiografia de Martin Luther Kingorganizado por Clayborne Carson, historiador da Universidade Stanford e diretor do Martin Luther King Jr. Research and Education Institute. O livro contém textos inéditos autobiográficos, incluindo cartas e diários não publicados, assim como filmes e gravações, do grande líder norte-americano

 

Leia um trecho em nosso site.

“Já tinha usado a expressão ‘eu tenho um sonho’ muitas vezes antes e senti que desejava usá-la ali.” Na Marcha sobre Washington por Trabalho e Liberdade, em agosto de 1963.

 

 

“Em certo sentido, vivemos, em pleno século XXI, sob imagens de Palmares forjadas naquela luta por um passado que servisse de arma para libertação no presente. (...) Por outro lado, as desigualdades sociais seculares não se atenuaram, as hierarquias não se enfraqueceram, as estruturas patriarcais e oligárquicas tampouco.” (Trecho de Palmares, ontem e hoje, de Pedro Paulo Funari e Aline Vieira de Carvalho)

 

Esse volume mostra que, desde a época do Quilombo dos Palmares, são os interesses e angústias do presente que determinam as leituras dessa experiência social ainda marcante no imaginário dos brasileiros.

 

 

Essa imagem de Zumbi pintada por Antônio Parreiras foi utilizada com diferentes interesses ideológicos, ora para ressaltar a fraqueza do negro, ora para valorizar sua força.

 

A partir da década de 1960, Zumbi passou a ser percebido também como herói nacional: monumentos têm sido erigidos em sua homenagem (esse encontra-se na avenida Presidente Vargas, no Rio de Janeiro).

 

 

 
 

 


Pequena Zahar tem duas excelentes leituras infantojuvenis, mas que encantam qualquer adultoMandela, de Alain Serres e Martin e Rosa, de Raphaële Frier, ambos os livros com primorosas ilustrações do francês Zäu.

 

Nelson Mandela liderou a resistência contra décadas de apartheid na África do Sul e é amado e admirado no mundo inteiro. Depois de 27 anos na prisão, reconquistou enfim a liberdade e, em 1994, foi eleito o primeiro presidente negro de seu país. Mandela: o africano de todas as cores apresenta a história desse grande homem, cuja luta a favor da união dos povos de todas as cores é fonte permanente de inspiraçãoNavegue por algumas páginas do livro.

Martin e Rosa narra a história de Rosa Parks, que ousa desafiar a segregação que os negros sofrem no sul dos Estados Unidos em meados dos anos 1950; e também a história de Martin Luther King que, pregando a não violência, expande o protesto pela igualdade. Ao lado de milhares de insurgentes, Rosa e Martin caminham, denunciam e conseguem modificar a lei que separava negros e brancos nos ônibus. Navegue por algumas páginas do livro.

 
 

 

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